"Torna-te o que és."
— Friedrich Nietzsche
Os sintomas passam. A questão que os gerou, não. Aqui se trata de um trabalho analítico profundo — para quem está pronto pra se questionar.
clínica
em 95 avaliações
Talvez você esteja aqui se…
Selecione o que ressoa em você.
Você repete padrões afetivos que reconhece, mas não consegue interromper.
Já fez terapia antes e ficou com a sensação de que algo essencial não foi tocado.
Há uma sensação persistente de desencontro consigo — como se a vida que você vive não fosse inteiramente sua.
Está atravessando uma transição existencial — de identidade, de relação, de propósito — e quer mais do que suporte: quer compreensão profunda.
Você funciona bem por fora — mas carrega um vazio que o sucesso não preencheria.
Você busca elaboração — não manejo. Densidade — não técnica. Processo — não protocolo.
Ele não se orienta por protocolos emocionais ou promessas exageradas de performance subjetiva. A análise aqui é concebida como percurso de elaboração — e requer inclusive disponibilidade sua para sustentar a incerteza que antecede qualquer transformação real.
Solicitar entrevista inicialQuando a gente não está bem é mais fácil perceber certas nuances de nós mesmos
Mas quando está tudo bem, é que se observa o que falta.

Talvez não seja sobre preencher tudo nem acumular certezas, mas sobre aprender a sustentar dúvidas, vazios e aquilo que ainda não tem nome. Tudo excessivamente ordenado também fecha. A falta angustia — mas é dela que surgem novas possibilidades. É ela que abre.
Há 17 anos trabalho em processos profundos, construídos em parceria com cada paciente. Não atendo em escala. Recebo poucas pessoas, em poucos dias da semana, para preservar algo que considero essencial: tempo psíquico, presença e escuta real.
Cada análise tem seu próprio ritmo, sua própria linguagem e sua própria travessia.
Sustento meu trabalho a partir de uma vida que também cultivo. Cozinho, leio, cuido do jardim, mantenho vínculos, silêncio e prática meditativa. Não como performance de equilíbrio, mas como estrutura interna. É dela que nasce minha capacidade de atravessar crises sem me perder dentro delas.
Interessa-me a pessoa inteira — sem verniz, sem personagem, sem a obrigação de parecer ajustada o tempo todo.





Um processo conduzido com vagar.
Quem é você, segundo você?
Quero conhecer sua história, seus vínculos, sua forma de ver o mundo. Que criança você foi. Que adolescente. Como aprendeu a amar, se defender, desejar, suportar perdas.
Na primeira escuta, meu foco não é interpretar rapidamente, mas compreender sua linguagem e ajudá-lo a construir palavras para aquilo que talvez nunca tenha podido ser dito com clareza.
Perguntas sutis. Apontamentos precisos.
Um processo conduzido menos por respostas prontas e mais por deslocamentos internos. Algumas perguntas reorganizam décadas.
Às vezes, uma imagem revela mais do que uma explicação. Nem tudo se transforma pela lógica — algumas partes precisam antes encontrar linguagem.
Menos ideal de cura. Mais autoria.
O sintoma deixa de ser apenas um inimigo a ser eliminado e passa a ser também uma forma de expressão da própria história.
Os conflitos humanos continuam existindo — mas já não ocupam o mesmo lugar. Há mais consciência, mais liberdade nas escolhas e menos submissão automática às próprias repetições.
Depoimentos de pacientes reais.
(Utilizamos iniciais para preservar a identidade, mas os depoimentos originais podem ser consultados no link ao final.)
Em 2011, Deus levou meu marido e pai da minha filha, Maria Rafaeli. A partir de então, precisei de ajuda para manter o equilíbrio e dar suporte a ela. Na primeira conversa com o Dhyone já pude perceber que quem precisava era eu. Passamos 3 anos fazendo terapia — toda semana íamos ao consultório, Maria em um dia e eu em outro. Minha filha, com apenas 5 anos, se libertou de muitos traumas que o luto trouxe. Foram 3 anos de muita aprendizagem, amenizando a dor da saudade e dando a possibilidade de seguir a vida.
"Antes dele, fiz tratamento com vários outros, mas nenhum me proporcionou resultados tão bons. Já faço terapia com ele há mais de dois anos. Hoje, estou muito mais consciente de mim mesma e das minhas escolhas."
"O Dhyone tem o dom, faz seu trabalho com paixão e dedicação. É incrível e transformador. Todo mundo deveria fazer terapia — e garantir que seja com um excelente profissional."
"Faz uns 5 anos que consulto com ele e não tenho nenhum comentário negativo. Com sua orientação, descobri insights valiosos e desenvolvi ferramentas para lidar com desafios."
"Sempre me senti muito acolhida e ao mesmo tempo desafiada a olhar para dentro. Comentei com ele: eu só sou quem sou hoje porque você, com muita paciência, me ajudou nessa transformação."
"O Dr. Dhyone me conduziu sabiamente, auxiliando a enfrentar muitos fantasmas do passado. Minha mudança foi visível. Graças a ele hoje me sinto uma pessoa feliz e mais leve."
"Profissional acima de tudo, ético e resoluto. Identifica emoções e gatilhos, tratando de forma sutil e muito significativa. Diálogo leve, sem opiniões ou julgamentos. Recomendo de olhos fechados."
"Fazer terapia com o Dhyone é uma ótima forma de promover o autoconhecimento — fundamenta as características pessoais com as teorias da psicologia de forma muito didática e metafórica."
"Cheguei até ele com crises de ansiedade e outros diversos sintomas. Fui atendida de forma acolhedora e respeitosa. Não tive mais crises após o tratamento. Recomendo."
"Desde a primeira sessão mostrou-se empenhado em ajudar eu e meus sócios a melhorar nossa relação enquanto empresários e amigos."
O caminho de volta
a si.
A análise se parece com isso: um mesmo ser atravessado por estações. Não há cura sem inverno. Não há flor sem despojamento.
* Frases inspiradas na obra de Jacques Lacan
Algumas palavras em vídeo.
Por que fazer psicoterapia?
Como é o processo?
A sala como terceiro presente.
No coração de Curitiba, em um edifício moderno, seguro e silencioso, existe um espaço construído para desacelerar a lógica da urgência.
A sala analítica não é apenas o lugar onde a sessão acontece. É também parte do processo: uma atmosfera temporariamente separada do ruído externo, onde pensamento, linguagem e presença podem ganhar outro ritmo.
Atendo presencialmente em Curitiba e online para diferentes países. Hoje acompanho pessoas em cinco continentes — incluindo brasileiros que vivem no exterior e desejam sustentar, mesmo à distância, um vínculo analítico em sua própria língua, em seu próprio idioma simbólico.
O início acontece por meio de uma entrevista inicial de alinhamento: um primeiro encontro onde avaliamos, juntos, se existe desejo, linguagem e espaço psíquico para sustentar um trabalho analítico.
Antes de qualquer processo, é importante que haja encontro.
O valor de um processo.
Atendimento exclusivo, com agenda restrita. Para quem opta por sessões semanais, o valor pode ser ajustado — entendo o acompanhamento contínuo como compromisso compartilhado.
Sessões online têm o mesmo valor das presenciais. A frequência semanal proporciona um avanço mais substancial e por isso oferece valor reduzido por sessão — é compromisso compartilhado, não desconto.
Recibo detalhado emitido para reembolso junto ao seu plano de saúde, conforme política da operadora. Sem convênios — apenas atendimento particular.
Antes de começar.
O que acontece depois que envio mensagem?
Eu mesmo respondo — sem secretária, sem formulário. Conversamos brevemente pelo WhatsApp, você me conta o que te trouxe até aqui, e combinamos a primeira sessão com calma.
Quanto tempo dura uma sessão?
50 minutos. Um tempo preciso — nem curto demais para superficialidade, nem longo demais para o desgaste. A frequência ideal é semanal.
Atende online para qualquer país?
Sim. Atendo brasileiros em qualquer fuso horário — Europa, América do Norte, Ásia, Oceania. A sessão acontece em português, no seu idioma simbólico, onde quer que você esteja.
Como é a primeira sessão?
Quero saber quem você é segundo você. Sua história, sua família, como você chegou até aqui. Não interpreto na primeira escuta — acolho e te ajudo a verbalizar. É uma conversa, não uma avaliação.
Se algo aqui
ressoou em você.
O início se dá por uma entrevista inicial de alinhamento — um primeiro encontro para verificarmos juntos se há condições para o processo. Sem compromisso imediato. Sem pressa.
O contato é direto comigo, pelo WhatsApp. Sem secretária, sem formulário.
Solicitar entrevista inicial ou diretamente em (41) 99548-1721Reflexões periódicas
sobre o processo analítico.
Sem spam. Sem frequência excessiva. Apenas pensamentos sobre o trabalho — para quem quer continuar pensando.
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